Energia solar fotovoltaica: das ideias para as ações

Energia solar fotovoltaica: das ideias para as ações

03/05/2017

[caption id="attachment_2348" align="alignleft" width="450"]Greenpeace Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, fala sobre energia solar na Câmara dos Deputados (© Alan Azevedo / Greenpeace)[/caption]

Aconteceu no final de novembro o debate “Energia Solar e o seu futuro no Brasil”, promovido pela Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados com a participação do Greenpeace. A ocasião deixou claro que a energia renovável é cada vez mais bem vista, mas que alguns temas precisam ainda ser colocados em prática para garantir o acesso da geração de energia solar fotovoltaica.

Segundo Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, convidada para compor a mesa de debate, levar energia solar para as escolas e para o cidadão é uma dessas necessidades. “Para isso precisamos de incentivos como a liberação do FGTS para compra da tecnologia, desoneração fiscal e o fim da cobrança do ICMS”, pontuou.

O projeto Escola Solares é um exemplo de sucesso exibido pela ONG no debate, que forneceu a solarização de duas escolas, uma em São Paulo e outra em Minas Gerais, e já apresentam uma economia de 25% e 70%, respectivamente, na conta de luz em apenas um ano. O dinheiro poupado é reinvestido na melhoria da própria escola e nos alunos.

Um levantamento do Greenpeace aponta que São Paulo, por exemplo, tem mais de mil escolas aptas para receberem a energia solar fotovoltaica. Com um investimento de R$ 76,9 milhões seria possível economizar por ano R$ 8,9 milhões e cerca de R$ 500 milhões após 25 anos.

Energia solar fora do papel

Para Rubim, o discurso de energias renováveis, incluindo solar, está cada vez mais positivo, mas é preciso que o assunto saia do campo das ideias e entre no campo das ações. “Que essa conversa não fique só aqui, mas transborde para outros setores do governo e também para as ruas”, ressaltou a representante do Greenpeace.

Representando o Ministério de Minas e Energia, Guilherme Syrkis disse que a pasta está aberta para promover as fontes limpas de energia e que é um compromisso. Também estavam presentes no debate, realizado na Câmara, representantes da Associação Brasileira de Geração Distribuída, da Agência Nacional de Energia Elétrica, da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica e da S.O.S. Mata Atlântica.

(Fonte: Greenpeace)

 

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